Brasile: seguite on line (da subito) lo spoglio del voto (elettronico...)

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a.marzano

Alle 17 di oggi (orario brasiliano), corrispondenti alle 22 italiane, si sono chiuse le urne (elettroniche) del voto (elettronico) delle elezioni brasiliane.

Ricordo che si tratta di elezioni estremamente complesse. Si eleggono contemporaneamente il Presidente della Repubblica, due terzi dei senatori federali, tutti i deputati federali, tutti i Governatori degli Stati, tutti i deputati dei 26 stati, tutti i deputati distrettuali.

In questo momento lo scrutinio è in atto da circa un'ora e mezzo, e chiunque può seguire su internet l'andamento dello scrutinio.
Il sito (ma ce ne sono altri) dove ci si può collegare è il seguente

http://eleicoes.folha.uol.com.br/2002/apuracao/br3idx.jhtm

A buon intenditor buone parole...-)))
Ministro Bianco, se ci sei...collegati e prendi nota. Ed anche tu, ministro Stanca.

Modificato da - antonio marzano il 06/10/2002 233907

Modificato da - antonio marzano il 06/10/2002 234031

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Basta aspettare qualche giorno per vedere se e' il PT che si illude o se passa al primo turno...

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Média das Pesquisas Garantem Dilma no 1º Turno

Posted: 29 Sep 2010 12:02 PM PDT

Na média de Ibope, Sensus e Datafolha, Dilma tem 54% dos válidos 

 

Três pesquisas sobre a corrida presidencial foram concluídas nesta segunda-feira, com resultados sensivelmente diferentes. Na média das três, Dilma Rousseff (PT) tem 54% dos votos válidos, o que indica vitória ainda no primeiro turno. O cálculo leva em contas as pesquisas Ibope e Sensus (ambas deram 55% dos válidos para a petista) e a Datafolha divulgada ontem (outra será divulgada esta noite), que deu 51%  dos válidos para Dilma.

 

LEIA MAIS NO MSN 

 

Guina comenta: 

 

 

 
Como se vê, de nada adianta a tentativa dos jornalistas, blogueiros e outros papagaios sonharem com a vitória de José Serra.
 
O candidato das elites vai perder feio e se não tomar cuidado vai é terminar essa disputa em 3º lugar...

Ibope:Dilma Segue Rumo à Vitória!

Posted: 29 Sep 2010 06:43 AM PDT

Pesquisa do Instituto Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgada nesta quarta-feira (29) aponta liderança da candidata petista à presidência da República, Dilma Rousseff, com 50%. O tucano José Serra aparece na segunda colocação, com 27%, seguido da senadora verde Marina Silva, que tem 13% das intenções de voto. Outros candidatos somam 1%. Brancos e nulos chegam a 4%. Eleitores indecisos também são 4%. Com esse cenário, se as eleições fossem hoje, a ex-ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, poderia estar eleita no primeiro turno. A margem de erro da pesquisa CNI/Ibope é de dois pontos percentuais.
 

No cenário espontâneo, quando ao eleitor não é apontada uma lista de possíveis presidenciáveis, Dilma tem 44%, contra 21% de José Serra e 10% de Marina Silva. O presidente Lula, que não pode concorrer no pleito de outubro, tem 1%. Outros candidatos não chegam a 1% das intenções de voto. Votos brancos e nulos são 5%. Indecisos são 18%.

 
Em um eventual segundo turno, a petista Dilma Rousseff bateria o tucano José Serra por 55% a 32%. Brancos e nulos neste cenário são 7%. Indecisos somam 5%. Contra Marina Silva, a ex-ministra petista também venceria as eleições com 56% contra 29%. Brancos e nulos são 8% e eleitores indecisos são 6%.
 
Fonte: Terra

Exclusivo: Aliados Abandonam José Serra

Posted: 29 Sep 2010 05:08 AM PDT

Por Guina

 

 
Por mais que o marqueteiro de José Serra tente fazê-lo passar otimismo a militância tucana nos programas de TV, a realidade é outra nos bastidores da campanha do candidato do PSDB.
 
Na verdade, o que está acontecendo é o quase total abandono dos próprios colegas de partido, que já não crêem mais nem na ida de José Serra a um possível segundo turno quanto mais em sua vitória contra Dilma.
 
Veja abaixo trecho da matéria extraído do Correio do Brasil, onde é demonstrado que a debanada dos colegas de partido revela que a oposição já desistiu da eleição por não acreditar mais na candidatura deJosé Serra.
 
Chegada a reta final, políticos de todo o país passaram a pensar mais na própria eleição do que na campanha presidencial e o resultado é a maior debandada já vista até hoje na história do Partido da Social Democracia Brasileiro (PSDB). Em Minas, Estado que se tornou o fiel da balança para o tucano José Serra, os “santinhos” dos candidatos começam a aparecer com as chamadas “colas”, mas os dos candidatos aliados a Serra não indicam o voto no 45 para a Presidência. A “cola” estabelece a ordem dos candidatos que aparecerá na urna eletrônica.

 

 

Em Juiz de Fora, principal cidade da Zona da Mata mineira e domicílio eleitoral do ex-presidente da República Itamar Franco, candidato a uma vaga no Senado por um dos partidos aliados de Serra, o Partido Popular Socialista (PPS), cerca de 1 milhão de “colas” impressas pelo PSDB sairam com o campo reservado para o candidato à Presidência em branco. Foram assinalados apenas os números e nomes do ex-governador Aécio Neves (PSDB) e de Itamar Franco (PPS), candidatos a senador, e o do governador Antonio Anastasia (PSDB), que busca a reeleição. Esses três aparecem em uma foto, abraçados, sem nenhuma referência a Serra.

 

 

Aécio, que evitou colar a candidatura do ex-colega paulista à sua propaganda, chegou a ser chamado a São Paulo, onde ouviu do presidente da legenda, Sérgio Guerra, o pedido para que ajudasse o postulante tucano. O ex-governador mineiro, ainda que reticente, chegou a prometer alguns minutos no programa de TV e cumpriu a promessa. Na semana passada, inseriu três imagens do presidenciável tucano, sem qualquer referência às propostas do candidato ao Palácio do Planalto. (leia matéria completa aqui)

 
Enfim, a situação de José Serra é de fato muito difícil e segundo se comenta há a preocupação até de um possível  vexame com o risco do candidato do PSDB ficar atrás de Marina Silva no próximo Domingo.

 

Roberto Scaruffi

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Los secretos de Brasil: la receta de una potencia

En los últimos ocho años, mientras la Argentina se recuperaba de la
crisis, su socio redujo la pobreza, aumentó el salario real de su
población, consolidó un crecimiento sostenido y se transformó en un
líder global, con poder exportador y empresas que se hicieron
multinacionales
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Roberto Scaruffi

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Datafolha Consolida Dilma Rumo à Vitória

Posted: 22 Sep 2010 08:50 PM PDT

O Datafolha publicou na noite desta quarta-feira (22), mais uma pesquisa de intenção de voto para a Presidência da República. Na média nacional, segundo o levantamento, a candidata petista Dilma Rousseff tem 49%, contra 28% do tucano José Serra e 13% de Marina Silva (PV).
Além dos números gerais, o Datafolha também calculou o percentual alcançado pelos candidatos em segmentos do eleitorado como sexo e nas regiões do país. O quadro ao lado mostra as taxas de intenção de voto de Dilma, Serra e Marina nas últimas seis pesquisas realizadas pelo instituto.

Eleitorado masculino e feminino


Entre os eleitores do sexo masculino, Dilma aparece com 52% das intenções de voto, contra 28% de Serra e 12% de Marina.
Já entre as mulheres, a petista tem 47%, o tucano, 28%, e Marina, 14%.

Por região


No Norte/Centro-Oeste, Dilma caiu três pontos percentuais, de 49% para 46%; Serra subiu de 28% para 30%, e Marina, de 13% para 16%.
No Sudeste, Dilma caiu dois pontos percentuais: de 46% para 44%; Serra subiu de 29% para 30%, e Marina foi de 14% para 16%.
No Sul, todos os três candidatos subiram um ponto percentual: Dilma foi de 42% para 43%; Serra, de 34% para 35%, e Marina, de 9% para 10%.
No Nordeste, Dilma caiu 2 pontos percentuais, de 65% para 63%; Serra subiu dois; de 18% para 20%, o mesmo acontecendo com Marina, que foi de 7% para 9%.

Sobre a pesquisa

Considerando a margem de erro da pesquisa, de dois pontos percentuais para mais ou para menos, Dilma pode ter de 47% a 51%. Serra pode ter de 26% a 30%, e Marina, de 11% a 15%.
Dentre os outros candidatos – Eymael (PSDC), Ivan Pinheiro (PCB), Levy Fidelix (PRTB), Plínio (PSOL), Rui Costa Pimenta ( PCO) e Zé Maria (PSTU) – nenhum atingiu 1% das intenções de voto. De acordo com a pesquisa, brancos e nulos somaram 3%, e indecisos, 5%.
O Datafolha ouviu 12.294 eleitores em 444 municípios entre os dias 20 e 21 de setembro. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo". A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 31330/2010.

Fonte: G1

 

Roberto Scaruffi

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Non gli Italiozia dove cambiano governi e quirinali e resta sempre la solita merdacchia compradora.

Roberto Scaruffi

Iscritto dal: 23/04/2006
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Italioti 

Roberto Scaruffi

Iscritto dal: 23/04/2006
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Les mesures d'assistance aux plus pauvres et les investissements dans les infrastructures ont permis au plus grand pays d'Amérique latine de réaliser un bond spectaculaire en huit ans. 

 

Roberto Scaruffi

r.scaru (non verificato)

 

Exterior

 

Rousseff ganaría en primera vuelta

 

Amplió la ventaja sobre su rival, Serra

r.scaru (non verificato)

3 OTTOBRE 2010

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Brazilian general election, 2010 - Wikipedia, the free encyclopedia  

The Brazilian general election of 2010 will be held on Sunday, October 3, 2010. ... Elections and referendums in Brazil · Presidential elections ...

en.wikipedia.org/wiki/Brazilian_general_election,_2010 - Cached - Similar

r.scaru (non verificato)
and.fontana (non verificato)

Interessante parallelo tra Lula e Chavez. Non l'ho tradotto ma se qualcuno è interessato posso fare lo sforzo. Tratto da Link.

quoteLULA O CANDIDATO DE FIDEL E DAS FARC
Por Alejandro Peña Esclusa

Caracas, 15 de outubro de 2002

Escrevo-lhes nesse momento com angústia e preocupação, para fazer-lhes de forma sincera e desinteressada uma clara advertência o candidato Lula está estreitamente vinculado a Fidel Castro, a Hugo Chavez e à guerrilha colombiana, e se ganhar as eleições, o Brasil corre o perigo de conformar um eixo internacional de poder, com epicentro em Havana. Como conseqüência, vosso país submergirá em um redemoinho destrutivo que os levará a graves enfrentamentos internos e, inclusive, a uma guerra civil.

Há mais de quatro anos, escrevi uma mensagem urgente aos venezuelanos, intitulada Hugo Chavez, o candidato de Fidel Castro e das FARC, que foi publicada em diversos jornais de circulação nacional. Comecei a advertir sobre este perigo em setembro de 1995; porém, tal era o descontentamento com os governos anteriores e com os partidos tradicionais, que os venezuelanos desconsideraram minhas apreciações.

Pouco antes das eleições presidenciais de 1998, Chavez negou seus vínculos com Fidel Castro e sua simpatia pelos regimes comunistas, fazendo-se passar por moderado. Alguns analistas ingênuos ou cúmplices creram nele; todavia, Chavez mentia, e uma vez na Presidência, encarregou-se de impulsionar na Venezuela um projeto idêntico ao modelo comunista cubano. Chavez não pode enganar-me porque eu conhecia bem seus vínculos com o Foro de São Paulo.

O Foro de São Paulo é uma organização criada por Fidel Castro em 1990, para reorganizar a esquerda latino-americana, depois do descalabro do comunismo na União Soviética e na Europa Oriental. Do Foro de São Paulo participam como membros fundadores, entre outras, as organizações terroristas colombianas, como as FARC e ELN.

É de importância vital que os senhores saibam que Lula é o principal dirigente dessa organização, junto com Fidel Castro, e foi ele o anfitrião da primeira reunião, realizada justamente na cidade de São Paulo (de onde se tomou emprestado o nome), sob os auspícios do Partido dos Trabalhadores.

Se bem que Chavez tenha fracassado em seu intento de impor um sistema totalitário comunista, porque o povo venezuelano o desmascarou e definitivamente não aceitará suas pretensões, a experiência foi profundamente destruidora, tanto para a economia como para as instituições nacionais. E, em que pese esteja derrotado, Chavez não se dá por vencido e planeja impor pela força seu modelo, pelo qual nos encontramos à beira de uma guerra civil.

Igualmente ao que fez Chavez em 1998, Lula se apresenta a si mesmo como moderado, e até nega sua estreita relação com Fidel Castro e com Chavez; porém teria que se perguntar ao candidato primeiro, se ele é dirigente fundador dessa organização e, segundo, se dele participam Fidel Castro, Hugo Chavez e os grupos guerrilheiros colombianos. Estou seguro de que não se atreverá a negá-lo, porque existem abundantes provas que o incriminam, porém, tentará descartar a informação, alegando que é um foro de discussão aberto à participação de todas as esquerdas. Entretanto, o que faz um homem, supostamente democrata, sentado na mesma mesa com narcotraficantes e terroristas, que têm feito do assassinato, do seqüestro e da extorsão um modo permanente de vida?

Confiamos em que os senhores não incorrerão no mesmo erro cometido pelos venezuelanos, já que as conseqüências, muito difíceis de serem revertidas, terão graves repercussões não só para o Brasil, mas para todo o continente americano, durante várias gerações.

Recebam, irmãos brasileiros, nossos mais sinceros sentimentos de apreço e amizade, desejando-lhes o melhor a vosso bonito povo.

Alejandro Peña Esclusa é engenheiro Mecânico egresso do Instituto de Altos Estudos da Defesa Nacional. Atualmente é Presidente da Força Solidária, associação civil que encabeçou numerosas marchas de oposição ao governo de Chavez na Venezuela.

a.marzano (non verificato)

Andrea, quella sopra era una visione apocalittica, ma per nulla irreale. Non la volevo prendere in giro, tutt'altro. So che purtroppo è sufficientemente realistica da essere presa in considerazione com molta preoccupazione.
Su Lula e gli ultimi sviluppi. Oggi Lula è a S.Paulo per una riunione con gli imprenditori baci, abbracci e molte promesse. Di difendere gli interessi dell'industria e dell'agricoltura brasiliana nelle negoziazioni con gli altri paesi. Di trattare da pari a pari con gli Usa. Di essere disposto ad aumentare il deficit qualora vi fosse bisogno di denaro per far fronte agli impegni assunti sugli investimenti nella salute, nell'educazione, ecc.
Insomma, loscenario più probabile (ed anche più auspicabile, vista la mala parata) è quello di un governo all'italiana, tutto concertazioni, tavoli e controtavoli, per accordi a tarallucci e vino fatti per non scontentare nessuno. Imprenditori e sindacati (l'"onda Lula" ha fatto aumentare la rappresentanza parlamentare dei sindacalisti del 32%...) si preparano a mettere il Governo in mezzo a un fuoco incrociato di rivendicazioni corporative che non fanno presagire nulla di buono.

Ma la cosa di gran lunga più preoccupante mi sembrano le aperture ai Governatori degli Stati che - con in testa quel gran testa di cazzo semirincoglionito (anche dalla nuova storia d'amore con la modella Flavia Aleixo...) di Itamar Franco - cominciano a richiedere al nuovo presidente la rinegoziazione del debito "statale", stabilendo contestualmente un nuovo tetto (pari al 5% per tutti gli stati, a fronte degli attuali, variabili fra il 3 ed il 17% del PIL) per il rapporto deficit/PIL dei singoli stati.
Palocci (coordinatore el programma del PT) ha detto che ciò sarà possibile dentro un programma di riaggiustamento della politica fiscale del paese e tenendo conto che, se il governo federale perderà denaro abbonando i debiti dei singoli stati, dovrà aumentare il deficit federale oltre il limite programmato del 3,75% del PIL se vorrà tener fede agli investimenti in salute ed educazione.

Quello che mi preoccupa è che Lula, una volta eletto sulla base delle promesse ai governatori che gli assicurano l'appoggio, sia costretto a cedere alle loro pressioni, mettendo in moto una spirale inflazionistica e di incontrollato aumento della spesa. Più o meno la fotocopia dello scenario apocalittico di cui discutevamo prima.

Un'"argentinizzazione" del Brasile, insomma, Dio non voglia, coi Governatori degli Stati al posto dei famelici e corrotti Governatori delle Provincie argentine...

Per finire, Andrea, a Ipanema la casa (ancora) si acquista in Real, garantito. vai un pò sul sito www.planetaimovel.com.br
e vedi come sono i prezzi...-))

Un abbraccio, e stasera fatti una "picanha na brasa" anche per me...
(per chi non lo sapesse, niente di porno è una carne molto buona, alla brace, che qui in Italia ci sognamo).

Modificato da - antonio marzano il 19/10/2002 182134

and.fontana (non verificato)

Antonio,
a Ipanema gli appartamenti si trattano in dollari, mica in reais! pensa che lì una stanza in un albergo 4 stelle (preço balcao) un mese fa, col dollaro a 3.0, la pagavi R$ 600 a notte! prezzo dollarizzato (US$ 200)!

tornando a Lula, avrai letto che costituirà un governo di transizione. solo che non ha specificato verso cosa. io inizio a preoccuparmi seriamente vincere le elezioni col 30% di vantaggio al 2o turno e mettere insieme un governo di transizione o di emergenza è quantomeno singolare.
dapprima era circolata la voce che il 28 (appena ufficializzati i risultati del 2o turno) Lula avrebbe divulgato l'equipe di governo, poi Mercadante ha raffreddato gli animi (e riscaldato gli speculatori) accennando a questa squadra di transizione. è chiaro che sono tutte manovre per tenere buoni i radicali del partito (e alleati) e rimandare le lotte intestine (che saranno violente come non mai - la minoranza del pt lo ha già annunciato) a dopo le elezioni.
quella sopra era una visione apocalittica ma non mi stupirei se il cambio rimanesse ai livelli attuali anche dopo l'investitura di Lula.

ciao,
Andrea

ps col nome che mi ritrovo, e essendo 'macho', non sono di certo brasiliano. però ho vissuto abbastanza a lungo lì, ci torno sempre e stavolta l'ultima permaneza (di quasi 2 mesi) ha coinciso con la campagna elettorale, che mi ha disgustato parecchio

Modificato da - Andrea Fontana il 19/10/2002 104719

a.marzano (non verificato)

E' uno scenario apocalittico!!...Speriamo, per i brasiliani, che non sia così.
Se così invece fosse, mi preparo quattro soldi e a metà dell'anno prossimo vado a comprarmi un bell'attichetto a Ipanema...Già oggi (col dollaro a 3,8 contro i 2,4 di inizio anno) i prezzi delle case si sono quasi dimezzati per uno straniero.
Ma tu, Andrea, sei brasiliano, abiti in Brasile? -))

and.fontana (non verificato)

previsioni a medio termine per il Brasile

quote
1º de janeiro Lula assume com o dolar a R$ 4,20. Nomeia um bom economista ortodoxo para o BC mas coloca o "brilhante" Mercadante na Fazenda.

15 de janeiro Diante da politica fiscal equivocada implementada por Mercadante, o presidente do BC renuncia. O dolar vai a R$ 5,5 e a inflacao dispara.

30 de janeiro Os radicais do partido juntam-se ao PSTU e o MST e rompem com o partido. A base de apoio no congresso se esfarela. A familia Sarney, o PTB e o PL comecam a cobrar cada vez mais caro pelo apoio.

15 de fevereiro O dolar bate edm R$ 6. Os sindicatos comecam a pressionar por indexacao salarial, ja que a inflacao atingiu 30% em termos anuais.

01 de marco Mercadante renuncia apos Lula ceder aos radicais e decretar uma indexacao semestral dos salarios. Como consequencia o dolar atinge R$ 6,5. O risco Brasil a esta altura esta em 4000 pontos. A moratoria e so uma questao de tempo.O FMI se nega a manter o acordo.

15 de marco o governo centraliza o cambio. O fluxo de capitais externos para o pais seca totalmente. O Brasil nao tem mais um centavo de credito no exterior. O dolar e fixado em R$7 no oficial, mas no black ja alcanca R$ 10.

1º de abril os detentores da divida interna ja nao aceitam rolar um titulo sequer. Diante disso, o governo decide promover uma reestruturacao da divida. A poupanca de todos nos e trocada por titulos de 20 anos que sao negociados no mercado por 15% do valor de face.

15 de abril comecam os panelacos.

30 de abril filas quilometricas nas embaixadas para conseguir um visto. Lula poe a culpa de tudo em FHC e nos especuladores. O povo nao quer saber.

15 de maio a situacao e insustentavel. o pais esta a beira do caos. Os poucos lideres da esquerda que permanecem fieis a Lula culpam as "elites". No Congresso comeca a transitar uma emenda constitucional propondo o parlamentarismo.

1º de julho o Brasil adota o parlamentarismo. Lula vira a rainha da Inglaterra. Fernando Henrique e chamado para ser o primeiro ministro.

d.poretti (non verificato)

Antone', nun ce la famo ;-))

a.marzano (non verificato)

Questo genere di farneticazioni (mi riferisco alla Harnecker, ovviamente) sono pane quotidiano in America Latina.
Come è facile dimostrare, si tratta di un neocomunismo con implicazioni etico-terzomondiste che raccoglie, attorno a questi connotati, gran parte del mondo cattolico. In questo, la storia di questa Harnecker è sintomatica.
Lula rischia di divenire davvero leader di un movimento di questo genere.
Le ultime sulle elezioni brasiliane sono quanto mai sconfortanti (o viceversa, a seconda dei punti di vista).
L'ultimo sondaggio Datafolha lo dà al 66% dei voti validi, con 28 punti di vantaggio su Serra! Per Vox Populi il vantaggio è ancora superiore...Piove sul bagnato.
Serra, però, ha cambiato strategia. Nei programmi di propaganda dell'orario gratuito attacca Lula nei suoi (molti) punti deboli, mettendo in risalto la debolissima preparazione politico-amministrativa di Lula, già manifestatasi nei dibattiti a quattro del primo turno.
Può essere un modo di mangiare piano piano il vantaggio, ma probabilmente servità a poco.

d.poretti (non verificato)

vi giro due articoli che in qualche modo offrono, da due prospettive decisamente diverse, uno spaccato su Lula. (traduzione piu' arrangiata del solito...)

dal quotidiano cileno El Mercurio lunedi' 14 ottobre 2002

MARTA HARNECKER CREDE CHE CHAVEZ E LULA SARANNO A CAPO DELLA LOTTA ANTILIBERISMO
intervista di Ester Levinski

Descrivere la Marta Harnecker di oggi e' difficile per quelli che non l'hanno conosciuta negli anni 70. E' la principale teorica del marxismo in America Latin. Ha studiato psicologia in Cile e negli anni 60 viaggio' in Francia dove "scopri'" il marxismo dalla prospettiva dell'Azione Cattolica, movimento cristiano sociale in cui militava. (...)
Lula rappresenta la sinistra?
Si, certo. Il movimento dei Sin Tierra e' uno dei piu' radicali del Brasile e sostiene Lula perche' comprende che, anche se ha fatto un'alleanza con un settore imprenditoriale, conosce l'obbiettivo contro il quale lottare. Dobbiamo lottare per arrestare il neoliberismo che e' il nostro nemico. Lula e Chavez fanno parte di questo sforzo per organizzare nei nostri paesi dell'America latina una forma di lotta contro la globalizzazione che non puo' essere fatta singolarmente.
(...)
Crede che il marxismo non e' stato capace di costruire societa' con il socialismo reale?
Non ne farei una colpa al marxismo. Non mi sent rappresentata in questi socialismi reali che si sono trasformati in Stati, che hanno dato cose molto positive al popolo, non bisogna negarlo, ma che l'hanno soppiantato. Credo in una societa' nella quale il popolo sia il vero protagonista. Per questo auspico uno strumento politico che sia realmente democratico che contempli le differenze. Noi eravamo abbastanza autoritari e omogeneizzanti.
Quanto pesa quello che sta dicendo, mentre sta vivendo la rivoluzione cubana? (la Harnecker dal 1973 infatti vive a Cuba)
Semplicemente non mi hanno preoccupato le contraddizioni della rivoluzione cubana. Difendo il partito unico a Cuba perche' non e' il partito bolscevico che credono alcuni. Mentre esiste questa minaccia a 90 miglia e' fondamentale questa unita'.
(...)
Crede che veramente si possa vincere il capitalismo?
Credo di si, altrimenti non starei lavorandoci. Il fatto che trionfi Lula per me e' molto sintomatico. La cosa piu' importante per me e' il Social Forum Mondiale, che e' un grande punto d'incontro dei settori progressisti. Oggi sempre di piu' la sinistra comprende che deve unirsi con tutti quelli che sono contro questo modello di globalizzazione e che la radicalita' e' nella forza di stare insieme.
(l'intervista integrale in spagnolo e' reperibile Link)

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BUSH GIOCHERA' LA SUA "CARTA ANTARTICA" CON LULA
di Andres Oppenheimer
C'e' un'anticipazione di quella che sara' la risposta degli Stati Uniti alla promessa del candidato di sinistra brasiliano Luiz Ignacio Lula da Silva di opporsi alla creazione di un'Area di Libero Commercio delle Americhe (Alca) se non volete realizzare il commercio con noi, andate a commerciare con l'Antartide.
Non si tratta di uno scherzo. In una intervista della settimana scorsa, il rappresentante commerciale del Governo nordamericano Robert Zoellick -il principale negoziatore commerciale del presidente Bush- mi ha detto di essere fiducioso sul fatto che chi vincera' il secondo turno delle elezioni presidenziali delle elezioni brasiliane del 27 ottobre si mettera' a trattare con gli Stati Uniti a partire da gennaio.
Inoltre, il progetto di creare la zona di libero commercio emisferico, sottoscritto dagli Stati Uniti e da 33 paesi del continente nel 1994, avra' un nuovo impulso nei prossimi 18 mesi, ha detto Zoellick. Ci sono sempre piu' Paesi desiderosi di partecipare, e gli Stati Uniti finanzieranno un "programma di cooperazione emisferica" per aiutare i paesi piu' poveri -specialmente nei Caraibi- a divenire negoziatori commerciali di prima linea, e cosi' a poter competere meglio in una zona di libero commercio.
L'ottimismo di Zoellick e' in contrasto con le notizie che giungono dall'America Latina, che parlano di una svolta a sinistra in diversi Paesi, e di un crescente disincanto rispetto alle ricette economiche di libero mercato sostenute dagli Stati Uniti.
Lula, che ha vinto il primo turno delle elezioni brasiliane con un margine notevole e si profila come il favorito per vincere il secondo turno, critica il protezionismo degli Stati Uniti nell'industria dell'acciaio e dei prodotti agricoli, e assicura che l'Alca e' un piano di Washington per raggiungere l'"annessione delle economie latinoamericane" agli Stati Uniti.
Molti in Brasile la pensano alla stessa maniera. In un recente plebiscito informale "contro l'Alca" organizzato dalla Chiesa Cattolica e altre organizzazioni antilibero commercio del Brasile, quasi 10 milioni di persone hanno votato contro il piano di libero commercio emisferico.
In altri Paesi succede qualcosa di simile. Una recente inchiesta realizzata in 17 Paesi da Latinobarometro, ha rivelato che il 27% dei sudamericani ha un'immagine negativa degli Stati Uniti, contro il 18% che la pensava cosi' solo due anni fa.
Zoellick ha sminuito l'importanza dell'inchiesta della Chiesa Cattolica brasiliana, perche' ovviamente era diretta a ottenere quel risultato. Rispetto all'inchiesta di Latinobarometro, ha detto che tuttavia mostra che piu' del 70% dei latinoamericani sono a favore di una zona di libero commercio emisferico.
In merito alle obiezioni di Lula sull'Alca, Zoellick ha detto "noi vogliamo collaborare con chiunque venga eletto presidente … al tempo stesso, se c'e' chi decide di adottare una retorica di resistenza, noi gli diremo "siamo pronti per negoziare". E se vogliono negoziare, lavoreremo insieme. Se non vogliono, lo faremo con chi lo vuole".
Gli Stati Uniti firmera' un accordo di libero commercio bilaterale con il Cile tra qualche mese, forse prima della fine dell'anno, e iniziera' trattative con cinque Paesi dell'America Centrale nei prossimi 12 mesi. Cosi' pure la Colombia, la Bolivia, il Peru' e l'Uruguay hanno espresso il loro interesse a trattare accordi di libero commercio con Washington il prima possibile, ha sottolineato Zoellick.
E in altre parti del mondo -oltre agli accordi di libero commercio che gli Stati Uniti gia' hanno con il Messico, il Canada, Israele e la Giordania- Washington sta iniziando negoziati di libero commercio o trattative preliminari con il Marocco, Singapore cinque Paesi dell'Africa del Sud, la Tailandia e l'Australia.
"Contrariamente a quello che dice Lula, nessuno sta obbligando l'America Latina a fare nulla", ha proseguito Zoellick. "Noi vogliamo fare la prima offerta all'America Latina, perche' sono i nostri soci piu' vicini. Pero' se loro decidono che vogliono andare in un'altra direzione, se vogliono dirigersi verso il sud fino all'Antartide, noi ci rivolgeremo verso l'Est e l'Ovest".
Le strategie di combattimento sono ben definite se Lula vince il secondo turno elettorale, nella sua qualita' di leader del blocco sudamericano, giochera' la carta dell'"annessione" nordamericana. Il Governo di Bush, dall'altra parte, giochera' la carta del "vadano a commerciare con l'Antartide".
Il mio pronostico? Entrambe le parti stanno mostrando i loro muscoli prima di sedersi a trattare, ma alla fine raggiungeranno un accordo. Le imprese degli Stati Uniti sono ansiose di avere un maggiore accesso al mercato brasiliano, di 175 milioni di persone. E il Brasile difficilmente snobbera' la possibilita' di aumentare le sue esportazioni verso l'economia piu' ricca del mondo. Non c'e' molto da vendere nell'Antartide.

a.marzano (non verificato)

Purtroppo, credo che Lula possa solo suicidarsi, visto l'andamento della campagna elettorale, per perdere queste elezioni. Serra sta accumulando una serie di pesanti delusioni oltre all'atteggiamento ostile di un grande partito come il PFL, fino a pochi mesi fa alleato di governo del partito di Serra e di FHC, anche l'altro grande alleato del PSDB di Serra e Cardoso, il PMDB, ha recentemente dichiarato in alcuni stati, per voce dei proprio governatori, l'esplicito appoggio a Lula. Stando così le cose, un recupero di Serra sembra più improbabile di una nevicata a Copacabana.

C'è anche un dato caratteriale che lo penalizza l'incapacità di intessere buone relazioni personali, mi dicono, e di apparire malleabile, disponibile, nei rapporti politici.
Altra storia rispetto a un Lula tutto sorrisi, inchini, vestiti gessati e barba curata, impegnato a rendere digeribile e perfino elegante la propria immagine politica.
"Lulinha paz e amor" è lo slogan di Lula.
"Lula light" è quell'altro che vuol rendere del vecchio comunista duro e puro un'immagine "bevibile" e tranquillizzante.-))

Dovete sapere che due vecchi santoni della politica brasiliana, due conservatori della più bell'acqua - Antonio Carlos Magalhaes, ex Governatore dello Stato di Bahia, e Josè Sarney, ex capo del partito dei militari fino all''85 e poi divenuto primo presidente della "Nuova Repubblica" per la morte improvvisa di Tancredo Neves, e padre padrone dello Stato del Maranhao - non hanno tollerato la caduta della candidatura a Presidente della figlia di Sarney (Roseana), imputandola ad una manovra orchestrata dal PSDB di Serra e Cardoso, e non hanno nascosto un appoggio al candidato delle sinistre.
L'altro giorno Lula è andato a far visita a Roseana in un ospedale di Sao Paulo dov'era ricoverata per l'asportazione di un cancro benigno alla mammella...Roba da matti.

Ma è un sintomo significativo della tendenza in atto.
Oggi c'è una parziale novità. Il Sindaco di Rio, Cesar Maia, del PFL (che ha appoggiato Serra fin dal primo turno), afferma che il PFL starà all'opposizione di un governo Lula, senza alcuna esitazione. ma lo stesso Cesar Maia dice che o Serra riuscirà a dare ai brasiliani l'impressione di un secondo turno del tutto slegato dal primo (e quindi non mera prosecuzione del primo), oppure non vi sarà nulla da fare.
La storia delle elezioni a doppio turno mostra che un vantaggio superiore ai 10 punti al primo turno difficilmente può essere rovesciato al ballottaggio.

a.tapparini (non verificato)

Grazie, Donatella!

and.fontana (non verificato)

Il più attualizzato sondaggio Datafolha (del quotidiano A Folha de S. Paulo) dà Lula col 58% e Serra col 32.
Manca ancora un importante faccia a faccia televisivo ma i giochi sembrano fatti. Il 74% degli intervistati ha definito il prossimo dibattito molto importante, ma appena il 10% ha affermato che potrebbero facilmente cambiare voto in seguito al dibattito, il 10% dice che ci sono chance "medie" di cambiare idea, il 7% dà poche chance all'ipotesi (3% non risponde).

d.poretti (non verificato)

giro un editoriale di Andres Oppenheimer, su Lula (la traduzione e' mia, percio' un po' arrangiata!)

LULA SARA' UN HUGO CHAVEZ O UN FELIPE GONZALEZ?
Andres Oppenheimer
La domanda del momento a chi assomigliera' Luiz Ignacio Lula da Silva se arrivera' alla presidenza del Brasile? Sara' un populista messianico, come il presidente venezuelano Hugo Chavez? O un socialista aperto alla globalizzazione, come l'ex primo ministro spagnolo Felipe Gonalez?
Lula, il candidato della sinistra con le maggiori possibilita' di vincere il secondo turno delle elezioni brasiliane del 27 di ottobre, ha fatto una campagna con un discorso piu' moderato che nei suoi ultimi tre tentativi falliti per arrivare alla presidenza. Questa volta, lo si e' visto costantemente in giacca e cravatta, fotografato con imprenditori e banchieri.
Tuttavia nessuno sa se c'e' un "nuovo Lula" -o un "Lula light", come lo chiama la stampa brasiliana- o se se e' il Lula di sempre con un nuovo "impacchettamento" ideato dal suo consulente d'immagine, il noto pubblicitario Duda Mendoca.
Fino ad oggi, Lula continua a sostenere che il progetto di creare un area di libero commercio emisferica -approvato dagli Stati Uniti e da 33 paesi della regione nel 1994- sarebbe solo una manovra di Washington per "raggiungere l'annessione economica dell'America Latina". E si proclama un "amico di Cuba" e Chavez.
I funzionari del Governo Usa dicono di non credere al fatto che Lula si possa imbarcare in una crociata anti-nordamericana. …
William Barr, che e' stato capo politico dell'ambasciata Usa in Brasile fino al suo ritiro la settimana scorsa, mi ha segnalato in un'intervista telefonica che non crede che Lula sia tanto male come lo dipingono alcuni conservatori negli Stati Uniti.
"Lula non sara' uno Chavez, neanche per sogno" mi ha detto Barr. "Ha piu' lungimiranza e piu' dubbi che Chavez".
Tra le ragioni per cui Lula difficilmente fara' marcia indietro rispetto alle riforme di libero mercato del presidente Fernando Henrique Cardoso, secondo l'ex funzionario dell'ambasciata nordamericana

- limitazioni economiche la sola possibilita' di una vittoria elettorale di Lula ha generato una fuga massiccia di capitali e un deprezzamento del 35% del real brasiliano, per cui la prima priorita' per prossimo presidente sara' quella di prendere provvedimenti per ristabilire la fiducia verso gli investitori.
Inoltre, il prossimo presidente, avra' le mani legate l'80% del recente prestito di 30 miliardi di dollari del Fondo Monetario Internazionale sara' versato a rate durante i prossimi tre anni, legato al fatto che il paese compia le condizioni poste dal Fondo. Se Lula si allontanasse da quella strada, resterebbe senza i soldi del prestito.

- limitazioni politiche nel migliore dei casi, il Partido de los Trabajadores di Lula otterra' 107 dei 513 seggi della Camera dei Deputati, secondo una credibile stima del centro di studi dell'Ibep di Brasilia. Lula avra' bisogno di negoziare con il centro, e con la destra, per riuscire a governare.

- limitazioni legali il Congresso brasiliano ha recentemente approvato una modifica costituzionale che rendera' molto difficile al prossimo presidente governare attraverso "decreti provvisori". La modifica "anti-Lula", come alcuni la chiamano, esige maggiori controlli e verifiche legislative su questi decreti.

- la sindrome di Salvador Allende i leaders del partito di Lula, molti dei quali erano stati in esilio in Cile durante la dittatura brasiliana degli anni Settanta, hanno fresca nella loro memoria il caso del defunto presidente socialista cileno Salvador Allende.
Uno dei principali problemi de defunto presidente cileno fu quello di non poter controllare l'ala radicale del suo partito, un fattore che ha contribuito al clima di caos che fini' con un golpe militare di destra. Lula difficilmente permettera' che l'ala radicale del suo partito rovini la sua presidenza.

Tutte queste ragioni sono molto valide. Tuttavia credo poco che Lula inizi la sua presidenza come un socialista moderno, stile Felipe Gonzalez. Chissa' che non ci stupisca, tuttavia non arriva alla presidenza con un grande bagaglio intellettuale Lula non ha mai finito la scuola secondaria, ha poco contatto con il resto del mondo e nonostante questo si lascia guidare piu' dall'ideologia che dal pragmatismo.
La mia conclusione? La cosa piu' probabile e' che Lula perdera' i primi anni della sua presidenza occupando gran parte del suo tempo a incolpare i paesi ricchi per i problemi del suo paese, creando ancora maggiore fuga di capitali e una maggiore poverta'.
Allora, forse, si convertira' in un Felipe Gonzalez nella seconda parte della sua presidenza, dopo essersi fatto una ragione che i paesi che funzionano, come la Spagna, sono quelli che non spaventano i capitali, e non si isolano dal mondo.

and.fontana (non verificato)

per sdrammatizzare

quoteDiálogo verídico entre Lula e uma correligionária do Rio de Janeiro, por telefone
- Oi, Fulana, como vai?
- Tudo bem, Lula, e você?
- Alguma novidade por aí?
- Sabe aquela nossa amiga, a Sicrana? Está fazendo quimioterapia.
- É mesmo?
- É.
- Que bom. Na PUC ou na Federal?

quote"O brasileiro é um povo com os pés no chão. E as mãos também."

and.fontana (non verificato)

Le Monde riporta che Lula considera queste elezioni una farsa per la quale è necessario passare per prendersi il potere. Tempi bui per il mio Brasil baronil.

quoteEn privé, Lula, âgé de 56 ans, pense tout haut que l'élection est une "farce" et qu'il faut en passer par là pour prendre le pouvoir.
Link

and.fontana (non verificato)

Concordo sul fatto che il cammino di Lula verso la presidenza non sia del
tutto scontato, soprattutto se non si decide a rivelare i nomi dei sostituti
di Arminio Fraga e di Pedro Malan. E' pero' pure vero che per vincere al
ballottaggio, a Lula basta un minimo di occulatezza nel portare a termine la
campagna elettorale condotta fino a questo momento in maniera egregia dai
suoi consulenti di marketing elettorale. Non dimentichiamoci che ha gia'
ottenuto l'appoggio di Garotinho e quello di Brizola, leader della Frente
Trabalhista che appoggiava Ciro (del quale, diciamolo, un appoggio esplicito
o meno conterebbe pochissimo visto la parabola discendente dell'ultimo mese
e mezzo). Ma e' proprio la caduta libera di Ciro Gomes, che dal 27% delle
intenzioni di voto di inizio settembre (prima dell'inizio del programma
elettorale gratuito) e' passato all'11% di volti reali, che lascia aperta la
possibilita' di una clamorosa sconfitta. Dimostra infatti come in Brasile,
in cui il voto ideologico o di partito e' limitato ad una parte minoritaria
dell'elettorato, in un solo mese si rischia di perdere addirittura il 16% di
elettori.
Per quanto concerne il peso dell'elettorato di fede evangelica sono convinto
che, una volta uscito di scena Garotinho, perdera' di importanza, se mai ce
n'abbia avuta. Io non attribuisco un grosso peso ad un presunto elettorato
evangelico (come sostiene Marzano in un altro thread). Conta molto di piu'
l'attaccamento al territorio. La distribuzione di voti di Garotinho sul
piano nazionale ne e' la dimostrazione ha raccolto il 42% nello stato di
Rio mentre gli evangelici in quello stato non ammontano certo a piu' della
media del Paese (ca. 10%). L'elezione poi di un'altra evangelica, Rosinha
(moglie di Garotinho), a governatrice di Rio al primo turno col 51% dei voti
ne e' la conferma. Altro fatto importante Rosinha sostituisce una
governatrice petista.
Il fatto poi che Jose' Alencar (vice di Lula) sia evangelico conta
pochissimo, visto che pochi conoscono la sua figura al di fuori di Minas.
Certo che, pur di lasciare nulla d'intentato, Serra si da' da fare anche sul
versante religioso. L'Assembleia de Deus gli ha garantito l'appoggio in
cambio di una condanna all'unione civile di omosessuali e, tanto per non
sbagliarsi mai, alla legalizzazione dell'aborto (i patti col diavolo sono
nulla in confronto). E' pero' pure vero che lo stesso Serra ha presenziato
in precedenza ad una messa di Padre Marcelo, golden boy della chiesa
cattolica brasiliana. Cosa non si deve fare per una manciata di voti.

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Modificato da - Andrea Fontana il 11/10/2002 141437

a.tapparini (non verificato)

Grazie mille Antonello per la analisi che implicitamente ti chiedevo riportando il fondo di Zanelli, e che puntualmente non hai mancato di fornirci. -)

Segnalo anche questo piccolo pezzo che compare oggi su "Tempi"
---

Il Brasile di cui Lula si avvia a diventare presidente è prossimo alla bancarotta

di Maurizio Stefanini

«Il Brasile di cui Lula si avvia a diventare presidente è prossimo alla bancarotta, ma gli si darà un grande aiuto perché molte banche fallirebbero se questo Paese si dichiarasse in cessazione dei pagamenti».
Di George Soros tutto si può dire, tranne che non conosca le motivazioni profonde che agitano la finanza internazionale. E la sua analisi può dunque dare la chiave vera di tutte le dichiarazioni di simpatia per il leader del Partito dei Lavoratori che continuano ad arrivare dagli ambienti più insospettabili. E non solo dal Brasile, dove facendo evidentemente buon viso a cattivo gioco è stato reso pubblico addirittura un “manifesto” di “imprenditori per Lula”. Lo stesso ha fatto anche la City londinese per bocca del Financial Times «date una chance a Lula». Ed Enrique Iglesias, il presidente (uruguayano) del Banco Interamericano di Sviluppo «l’amministrazione brasiliana è solida e Lula imposterà una politica economica improntata alla continuità. I mercati si sono mostrati volatili, ma in realtà a fianco del probabile neo-presidente c’è uno staff di persone autorevole e capace».

a.marzano (non verificato)

Pasolini Zanelli fa un esame equilibrato e sostanzialmente corretto.
Interessante (pertinentissimo) è quell'accenno alla rivendicazione di un orgoglio nazionale, continentale, alla "bandiera sudamericana" (ancora solo idealmente, ma minacciosamente) che sventola a Brasilia come a Buenos Aires, Caracas...
Lula è tutto questo un populista, perfetto rappresentante dell'orgoglio terzomondista, del ritorno all'orgoglio nazionale come risposta alle pressioni del mercato e della globalizzazione.
Ma sbaglia, Pasolini Zanelli, a dare per scontato l'esito del ballottaggio. Non vi è alcun dubbio che Lula (soprattutto dopo il recente sostegno ottenuto da Anthony Garotinho e quello molto probabile di Ciro Gomes gli altri due candidati sconfitti al primo turno) parta con molte lunghezze di vantaggio sul candidato Serra.
Ma da qui al 27 prossimo la strada è lunga, e potrebbe crescere la convinzione (che lo staff di Serra si sforza di avvalorare) che di tutt'"altra corsa" si tratti da qui al ballottaggio.
In effetti, le speranze di Josè Serra sono tutt'altro che infondate. Non che sia probabile un rovesciamento delle tendenze emerse al primo turno, ma il voto presidenziale del ballottaggio del 27 ottobre ha la ventura d'intrecciarsi con quello del ballottaggio nella quindicina di Stati che non hanno visto eletto il proprio Governatore al primo turno. Dato, questo, che conta, eccome, nello scacchiere geo-politico brasiliano il governo degli Stati vale assai più dell'elezione a senatore o a deputato federale.

In questo senso, l'appoggio a Serra da parte del terzo partito della coalizione governativa lestamente sfilatosi dalla maggioranza a pochi mesi dal voto dell'altro giorno (il Partito del Fronte Liberale, chiamato PFL, partito di alcuni dei vecchi ma ancora influentissimi santoni della politica brasiliana Antonio Carlos Magalhaes, detto ACM, "deus ex machina" dello Stato di Bahia, e Josè Sarney, padre padrone dello Stato del Maranhao) è attualmente materia di una contrastatissima trattativa, malgrado il Presidente del partito, Jorge Bornhausen, abbia ufficialmente annunciato l'appoggio a Serra...

Quanto a Lula, potrebbe giocare a suo svantaggio la riluttanza ad ufficializzare i nomi del proprio gabinetto economico e del nuovo Presidente della banca Centrale.
L'ufficializzazione di questi nomi è, in effetti, un problema spinosissimo per Lula. Uno staff che soddisfi la sua parte di elettorato più moderato, potrebbe scontentare le frange più estremiste. Uno staff più distante, o addirittura ostile, dalle istituzioni economiche internazionali e che venga colto dai mercati come il segnale di una "rottura" o di un'inversione di tendenza nei rapporti economici-finanziari del Brasile coi paesi creditori, il FMI e gli Stati Uniti, farebbe perdere a Lula gran parte del voto moderato (che va ben al di là dell'apporto che gli è stato garantito dal piccolo partito di Josè Alencar, il candidato imprenditore "evangelico" della destra populista alla sua vicepresidenza, oltre che di quello di gran parte dei potentissimi ambienti imprenditoriali di Sao Paulo, e che valuto in almeno il 10% dei voti ottenuti al primo turno.

Quindi, come si vede, per Lula il gioco non è poi tanto facile. Non si tratta di aggiungere qualche punto percentuale al 46,4% ottenuto domenica scorsa. Occorre rischiare di dar conto con chiarezza delle proprie scelte, smettendo di stare con un piede in due scarpe. So con certezza che lo staff di Serra tenterà disperatamente di stanarlo dall'ambiguità con la quale è uscito vincitore al primo turno.
Il gioco non è facile, ma nemmeno disperato. Vi sarà un giorno (da qui ad una settimana o dieci giorni) che i nodi verranno al pettine, e Lula vedrà sfilarsi dai sondaggi una parte dei voti di destra o di sinistra che gli hanno consentito di vincere la prima partita. Peccato per lui che sia stata - quella di domenica - una vittoria solo "virtuale".
La delusione di non avercela fatta al primo turno è stata grande, molto più di quanto si possa pensare, vista la dimensione della "vittoria". A questa delusione potrebbe aggiungersi, ora, la paura di saltare il fosso dell'ambiguità. Che gli sarebbe, forse, fatale.

Iscritto dal: 01/05/2006
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Per Antonello,

su chi hai scommesso -)))

a.tapparini (non verificato)

Il Brasile sceglie il suo nuovo presidente al ballottaggio

di Alberto Pasolini Zanelli

[…]
La pagina della storia, dunque, appare essere già stata scritta il Brasile dice addio (o, speriamo, soltanto arrivederci) al suo esperimento con il neoliberismo e torna a sinistra, verso una sinistra ambigua ma arcaica, perbenista ma accesa, non violenta ma dal vocabolario di una volta.
Si mette nelle mani di un uomo che non ha paralleli nella storia convulsa del «progressismo» latinoamericano una volta tanto è un operaio autentico, viene dalla miseria e dalla catena di montaggio, non ha alle spalle la cultura e gli inganni intellettuali della sinistra e neppure le sue illusioni ma solo i suoi impulsi quelli che vengono addirittura prima della storia. Di certo, nonostante che il colore prediletto delle sue bandiere sia il rosso, «Lula il Metallurgico» assomiglia di più a Juan Domingo Peron che a Salvador Allende o a Fidel Castro, di cui pure si dichiara amico ed estimatore. Di marxista ha qualche intelaiatura, di populista l’anima. Fra i suoi collaboratori ci sono ex guerriglieri, ma il suo candidato alla vicepresidenza è un imprenditore e l’organizzatore della sua trionfale campagna elettorale proviene dai ranghi della destra populista.
Altrettanto «disomogenei» sono i suoi elettori in minima parte si identificano con i disperati del suo Nordeste ma crescono, invece, in tutti gli strati sociali e culturali, dalle masse cattoliche ben «lavorate» dai Teologi della Liberazione [Link] alle decine di milioni di brasiliani recentemente convertiti a delle sette protestanti, dagli imprenditori di Sao Paulo ai capi delle forze armate, discendenti di quei generali che al tempo della dittatura spedirono Lula in carcere per attività sovversive quali la fondazione di un sindacato illegale e l’organizzazione di scioperi.
Che cosa unisce tutta questa gente è abbastanza semplice da scoprire non solo lo scontento per la situazione economica, non solo la diffidenza per le ricette del neoliberalismo pure abbracciate con sorprendente entusiasmo e applicate per qualche tempo con innegabile successo. Il Brasile disperato e confuso, l’ottava potenza economica del mondo travolta dallo sconcerto e dalla miseria, ha seguito una tentazione comune oggi a quasi tutti i paesi dell’America Latina quella di un ritorno alle origini, di una riaffermazione di valori tradizionali anche nazionalistici, della rivendicazione di una «terza via» che non può più chiamarsi tale solo perché la seconda, il comunismo ortodosso, è scomparsa. Il bersaglio della campagna elettorale di Lula non è stato tanto l’erede del presidente uscente Cardoso quanto le «entità» alle cui promesse egli aveva creduto e ai cui ordini aveva dato sempre più l’impressione di piegarsi i profeti della «mondializzazione», il Fondo monetario internazionale, il capitale straniero, la privatizzazione, gli Stati Uniti. Il rosso potrà essere stato il colore dominante delle bandiere dei comizi del futuro presidente brasiliano, ma ad essere sventolato nei cuori era soprattutto il verdegiallo del vessillo nazionale. Se esistesse, i brasiliani avrebbero fatto garrire al vento anche una ipotetica «bandiera sudamericana». Non sono, queste, note di colore. Sono poche parole che si illudono di sintetizzare un fenomeno grave e che non può essere ignorato anche se lo abbiamo seguito distrattamente, soprattutto nell’ultimo anno in cui è parso che al mondo non esistessero altro che bin Laden e Saddam Hussein.

["L'Arena", 9.10.2002]

and.fontana (non verificato)

non so quanti di voi conoscano Diogo Mainardi, opinionista della rivista Veja. Mainardi, che tra l'altro abita in Italia (Venezia), lancia settimanalmente strali contro i preconcetti tipici del pseudointellettuale sinistroide brasiliano. e, con la sua ironia, colpisce nel segno, visto che oramai non si contano più tali pseudointellettuali colpiti nell'orgoglio. segue un articolo che avevo conservato. per chi legge il portoghese c'è da divertirsi

quote
Nós e os gringos, de Diogo Mainardi - Revista Veja 29/07/2002 "Se os dois principais candidatos a presidente cumprirem suas promessas, vai aumentar o número de lavadores de pratos brasileiros nos Estados Unidos"

É triste o confronto com os Estados Unidos. Eles dominam o mundo, nós obedecemos. Eles ignoram nossa existência, nós procuramos saber tudo a respeito deles. Eles fazem filmes, nós corremos para vê-los. O dinheiro deles vale cada vez mais, o nosso cada vez menos. A bolsa de valores deles desce, a nossa desce ainda mais. Entre Estados Unidos e Brasil, só há igualdade na hora de viajar para o país do outro. Eles nos deixam horas e horas nas filas dos consulados para tirar um visto de entrada, desconfiando de nossa boa-fé e, sobretudo, de nossa declaração de renda. Por desforra, nossos consulados fazem o mesmo com eles. É a chamada reciprocidade. O único problema desse ímpeto de orgulho é que nós precisamos desesperadamente de dólares dos turistas americanos, enquanto eles não precisam de novos imigrantes clandestinos brasileiros. Em matéria de lavadores de pratos, os americanos já podem contar com uma abundância de mexicanos, salvadorenhos e guatemaltecos.

Se levarmos a sério os programas dos candidatos presidenciais brasileiros, essa nossa humilhante vassalagem está prestes a terminar. De agora em diante, enfrentaremos os Estados Unidos de igual para igual. Lula pretende contrapor-se a todos os aspectos da política externa americana. Antes de tudo, o PT é contrário a uma intervenção militar no Iraque, para derrubar a ditadura de Saddam Hussein, assim como foi contrário às intervenções militares na Iugoslávia e no Afeganistão, para derrubar a ditadura de Milosevic e a dos talibãs. O PT também condena o bloqueio econômico dos Estados Unidos contra a ditadura cubana. E considera que o plano de combate às drogas na Colômbia não passa de um expediente americano para "se apropriar de recursos estratégicos, energéticos e de biodiversidade dos países andinos e amazônicos". No lugar da Alca, o PT prefere fortalecer essa potência econômica que é o Mercosul. Porque o primeiro objetivo do governo petista é "reduzir nossa dependência externa". Esperemos que Bush não acrescente o Brasil ao "Eixo do Mal", ao lado de Irã, Iraque e Coréia do Norte.

Ciro Gomes também fala grosso contra os Estados Unidos. Mandou o secretário do Tesouro americano "lavar a boca" antes de criticar a corrupção brasileira. E afirmou que é bom os americanos nem pensarem em elevar as tarifas contra o aço brasileiro, embora o próprio Ciro Gomes pense em imitá-los, aumentando "emergencialmente" os impostos de produtos importados para defender a indústria nacional. Os parceiros preferenciais do Brasil, no governo Ciro Gomes, serão os outros "países continentais marginalizados China, Índia, Rússia e Indonésia". O que não sabemos é se eles já foram avisados e se concordam em priorizar o Brasil em detrimento de Estados Unidos e Europa. A experiência acumulada por Ciro Gomes na administração de um Estado pujante como o Ceará nos permitirá alongar a dívida com os bancos estrangeiros e crescer 5% ao ano, construindo uma nova "ordem multilateral do mundo". Além disso, seremos uma potência militar, graças à estatização integral da indústria de armamentos. Ou seja, parte da Embraer volta para o controle estatal.

Não li o que José Serra e Garotinho planejam fazer com a política externa, porque neste momento eles parecem fora do páreo. Mas uma coisa é certa se os dois principais candidatos cumprirem suas promessas, vai aumentar a oferta de lavadores de pratos brasileiros nos Estados Unidos.

a.melilupidisoragna (non verificato)

Come mai, Antonello, tanta passione per il Brasile?
Non che la cosa mi dispiaccia anch'io, fin da bambino, subisco la passione "do Brasio"! E poi, anche il mio amore viene da lì (Recife)!
Forse, allora, avrei dovuto proporti un “club brasilero”, anziché americano…
Buono a sapersi (provvederemo!)
Mi scuso in anticipo se non risponderò purtroppo sono in partenza, e non potrò collegarmi per alcuni giorni!